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GHIVE - Padrão de Relacionamento Divino!

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Ministro de louvor ou Animador de auditório?

Estamos acostumados hoje em dia a pensar na ministração de um culto como se fosse a dinâmica de um show. Será que deveríamos pensar desta forma? Será que este é um modelo bíblico?

Via de regra, não posso falar em nome de todos, mas quando me preparo para ministrar o louvor e a adoração, me dedico à uma busca espiritual, mas também à parte técnica. Contudo, sei que essa busca deve ser uma constante, ou seja, adorar é o que sei, adorar é o que sou, nada pode calar um adorador. Adoração é um modo de vida. Não adoro apenas de frente para uma platéia. Adoro em todo o tempo. E por isso sei que posso me apresentar como adorador ao Senhor também diante da congregação para conduzi-los ao trono do Rei.

Agora, esta busca, este adorar, deve ser um modo de vida apenas de um membro de uma equipe de louvor? Ou todo cristão deveria ter esse tipo de prática diariamente?

Entendo que nos cultos realizados, há duas partes principais. A primeira, em que eu entrego ao Senhor o louvor e adoração que lhe são devidos, e a segunda, em que Ele nos dá do alimento espiritual que necessitamos.

Todo cristão, antes de ir ao culto, deveria se preparar para o momento especial em que oferecerá o melhor do seu louvor ao Rei, afinal de contas, após o momento da Adoração, iremos ceiar com Ele, à seu convite, sentaremos ao seu lado na mesa do Banquete.

Mas isso acontece na prática? Todos sabem que isto deveria ser assim?

Provável que também estejamos falhando na parte do ensino sobre essa questão. Se a igreja não sabe sobre estas verdades, isso significado que temos falhado em ensina-las.

Creio que cabe aqui a analogia do noivo e da noiva. Jesus como noivo, cuida de nós diariamente, conversa conosco. Nos manda mensagens de amor pelo whatsapp, posta fotinhos românticas no facebook e no instagram ao nosso lado, escreve e declama poesia para nós, nos liga para perguntar se está tudo bem e nos empresta os seus ouvidos para suprir nossa necessidade de falar sobre cada pormenor de nossa existência aqui na terra. E todas essas preliminares servem para que nos momentos de culto à Ele, nos entreguemos por completo para receber o seu amor.

Ouvi certa feita de um pastor à respeito do banco do amor. Ele dizia que todo ato de cuidado e de amor à pessoa amada, dia a dia, era como uma moeda depositada no banco do amor, e que cada ato de raiva, desamor, desrespeito, etc, era como um débito em conta. Se os débitos são maiores que os depósitos, se não cuidarmos, logo estaremos no negativo. Agora, o inverso, nos proporcionará valores cada vez maiores, e um saldo que sem dúvida, será revertido em imensos benefícios em nossos relacionamentos.

Assim deve ser o momento do louvor e da adoração nos cultos na congregação dos santos.

Um ministro de louvor deveria buscar estratégias para animar sua plateia, acorda-los de seu estado de cansaço, motiva-los a sair da sua inércia por ter comido muito no almoço de Domingo ou cada membro deveria ter consciência de que ao chegar no local de culto, ele deverá ali, junto aos demais irmãos, juntos congregados ali, dar do seu melhor ao Senhor, aquele que lhe fez, criou, salvou, libertou e que na segunda parte do culto irá lhe servir um banquete espiritual?

Será que o papel de um ministro de louvor não seria ir a frente da batalha que faz frente ao cristão, no mundo espiritual e natural, enquanto a congregação o acompanha, porém, cientes de que podem e devem fluir cada qual a sua maneira, pois cada qual tem a liberdade de fluir na direção do Espírito Santo?

Será mesmo que esse ministro tem que ficar brincando de "vivo ou morto" com a igreja? Levanta a mão! Fique de pé! Pode se sentar! Aplauda! Cante assim agora! E etc.

Que venham os dias em que todos seremos verdadeiros adoradores que adoram ao Rei em espírito e em verdade, com qualquer estilo de música ou ritmo (afinal de contas, todos foram criados por Ele), pois de fato, não é isso que barra o mover da Espírito Santo em nossas vidas!

Queremos mais de ti, Senhor!

Fernando Gasparetto

 
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